Se você opera em DeFi (Finanças Descentralizadas) e ainda não sabe exatamente como declarar imposto de renda, você não está sozinho.
A verdade é simples: Quem opera em cripto não sofre por falta de lucro. Sofre por falta de organização.
O que este guia cobre:
- O que é tributável em DeFi no Brasil
- Onde está o maior risco fiscal
- Por que a maioria das pessoas erra
- Como se preparar antes da DeCripto entrar em vigor
O que é DeFi (para fins fiscais)
Para a Receita Federal, DeFi não é um “novo mundo fora das regras”. Na prática, DeFi é um conjunto de operações financeiras realizadas com criptoativos.
O erro comum é achar que, por ser descentralizado, não precisa declarar.
DeFi paga imposto no Brasil?
👉 Sim, quando há ganho ou rendimento.
A legislação brasileira não tributa o protocolo — tributa o resultado econômico da operação. Mesmo que tudo tenha acontecido on-chain.
Eventos potencialmente tributáveis:
- CapitalSwaps: podem gerar ganho de capital
- RendaTaxas (Fees): rendimento tributável
- RendaStaking / Farming: rendimento periódico
Onde mora o maior risco em DeFi
Não é no imposto em si. 👉 É na reconstrução do histórico.
Quem opera em DeFi normalmente tem centenas de transações, múltiplas carteiras e tokens que mudam de nome. Sem organização, você não sabe o preço médio, não sabe o custo de aquisição e não consegue provar nada em uma fiscalização.
“Mas meu contador disse que faz tudo manual”
Sim. E isso explica duas coisas: Por que é caro e Por que não escala.
A reconstrução manual exige acessar exploradores de blocos, identificar cada swap, buscar preço histórico e classificar eventos. É exatamente aqui que entram ferramentas de organização cripto.
O impacto da DeCripto (o que muda)
A DeCripto vem para padronizar o reporte, aumentar o cruzamento de dados e reduzir a margem para omissão.
Isso não significa que todos serão multados. Significa que: Quem estiver desorganizado vai sofrer.
Como se preparar agora?
Você não precisa calcular imposto sozinho. Você precisa organizar todas as transações e ter clareza do histórico para facilitar o trabalho do contador.
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O Simplifica Cripto não substitui o contador. Ele organiza transações on-chain, reconstrói histórico, identifica padrões DeFi e aponta riscos fiscais.
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